sexta-feira, 28 de agosto de 2026Jornalismo independente de Minas Gerais
CÂMARA DE MARIANA

Aposta certeira? Os motivos que fazem Segovinha ser o reforço ideal para o América

Foto de Luís Fabiano
luissfabianooo3@gmail.com
SAMARCO - AGOSTO

O setor ofensivo do América ganhou um novo reforço nessa quinta-feira (15/1). O clube confirmou a chegada de Matías Segovia, de 23 anos, por meio de um acordo de empréstimo junto ao Botafogo. O atacante paraguaio defenderá as cores do Coelho até o encerramento da temporada.

“Segovinha joga bola”

Suas boas atuações pelo time carioca rapidamente renderam-lhe o afeto da torcida e o status de xodó, além do apelido ‘Segovinha’ devido à sua baixa estatura (1,65 m), chegando até a ganhar uma música. No entanto, o tamanho é inversamente proporcional à sua audácia em campo: o atacante se destaca pelo drible curto, pela facilidade em mudar de direção e por uma visão de jogo que encontra brechas em defesas fechadas. Ele é o típico ‘jogador liso’, capaz de transformar lances individuais em oportunidades claras de gol, com a camisa do Botafogo o jogador: somou 26 jogos, com 2 assistências.

Uma aposta

O coelho jogará 4 competições em 2026. A primeira delas é o Campeonato Mineiro, em seguida a Copa do Brasil, o Campeonato Brasileiro da Série B e a nova Copa Sul-Sudeste.

O América muitas vezes enfrenta adversários que jogam retrancados, especialmente no Independência. Segovinha é um jogador de 1×1 agressivo. Sua baixa altura permitem várias mudanças de direção muito rápidas, o que é ideal para desequilibrar blocos defensivos compactos e cavar faltas em zonas perigosas.

Diferente de meias que cadenciam o jogo, Segovia é vertical. Ele recebe a bola e imediatamente busca o drible ou a condução em direção à área. Para o estilo de jogo do América, que costuma apostar em transições rápidas e contra-ataques, ter um ponta que transporta a bola com velocidade é um trunfo estratégico.

Mesmo que não comece todos os jogos como titular, ele é o perfil de atleta que “muda o jogo” ao entrar no segundo tempo. Contra defesas cansadas, sua agilidade se torna ainda mais letal, funcionando como uma arma para mudar o ritmo de partidas que estejam empatadas ou difíceis.

Sobre o autor Luís Fabiano

Graduando em Jornalismo pela Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), apaixonado por futebol, e de olho na política

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